Facebook e Twitter

junho 5, 2011 at 12:32 pm (Sem Categoria)

Pessoal, ontem ‘a noite ouvi uma piada muito legal. “Tudo é passageiro, menos o motorita e o cobrador”. E manter este blog foi uma experiência interessante, mas passou. Agora é chegada a hora de dar uma parada neste blog (só não vou tirar do ar, pois não há motivos também para isso). Quem quiser continuar sabendo das mentolices, deve me acompanhar no Facebook – www.facebook.com/marcelo.pimenta ou no twitter.com/menta90. Hasta la vista babies!

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Um dia histórico

fevereiro 15, 2011 at 9:56 pm (business, mobilização) (, , , , , )


Paulo Bernardo no Sindicato dos Bancários

Upload feito originalmente por menta90

Numa sala lotada por representantes de todo o tipo de entidade – jornalistas, radialistas, lésbicas, bancários, metalúrgicos – e outros interessados, o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, respondeu dúvidas, fez brincadeiras, esclareceu planos e não escondeu o tamanho dos desafios de seu Ministério num encontro no sub-solo (sem wi-fi) do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
“Pela primeira vez na história deste país” um Ministro vem de peito aberto dialogar com transparência sobre o que significa mexer no vespeiro que é o monopólio da mídia brasileira. Isto é histórico. Quando no Diretório da Faculdade de Comunicação da UFSM (estamos em 1990!) reivindicávamos que a televisão tivesse conteúdo regional, que as rádios comunitárias fossem reconhecidas, que houvesse um controle público sobre uma mídia cada vez mais privada e patrocinada pela publicidade foi preciso 21 anos para que um Ministro viesse a público dizer das dificultades que será aprovar as mudanças que são necessárias na legisação diante de um Congresso praticamente “refém” da mídia.
Paulo Bernardo lembrou que Serjão, quando foi Ministro das Comunicações de FHC, redigiu um projeto de lei para fazer reformas nas comunicações. Não passou nem da Casa Civil. Nem ao Congresso o projeto foi enviado tamanho o poder do lobby do PIG naquele governo.
Bernardo lembrou que participou da mobilização pelo 1o projeto de iniciativa popular do Brasil (1991) e que este projeto, com muito empenho do governo Lula, conseguiu virar lei apenas em 2005. O Ministro conta que quando ele fala em regular as comunicações – visto que esse é algo previsto na Constituição – os grandes veículos falam que isso é censura, é mordaça, Portanto sabe que a luta vai ser longa e árdua.
Mas foi mais um passo. Importante passo. Vamos em frente.

PS – Quem viu o Ministro na Campus Party e quem viu hoje vê que ele vem aprendendo rápido. E isso é muito bom.

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E-gov: O povo quer inteiro e não pela metade

dezembro 15, 2010 at 8:23 am (business, transparência) (, , , , , )

 


Icones e-gov

Upload feito originalmente por artvl

Gostaria de registrar com entusiasmo a pesquisa TIC e-gov lançada recentente pelo CETIC do CGI.Br. Desmembrando a sopa de letrinhas – TIC refere-se ao uso das Tecnologias de Informação e Comunicação, e-gov diz respeito a todas as práticas de governo eletrônico, que buscam dar acesso a serviços públicos por meios eletrônicos e CGI.Br é o Comitê Gestor da Internet no Brasil, órgão multidisciplinar que administra os domínios, planeja e analisa a presença brasileira na Rede. E setor responsável pela pesquisa, dentro do CGI é o CETIC – Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).

A pesquisa mostra que o brasileiro está satisfeito (91%) com os serviços de e-gov – mas eles ainda não muito poucos – e a população quer mais – 56% dos entrevistados prefeririam usar a Internet do que ter que usar serviços hoje só disponíveis no mundo off-line. A oferta também está concentrada no governo federal e grandes estados. A participação das prefeituras na oferta de serviços ainda é ínfima. Outro dado que gostaria de destacar: 92% dos usuários e 85% dos não usuários defendem que “O Governo tem mesmo que ensinar as pessoas a usarem os serviços públicos pela Internet”.

Minha leitura da pesquisa permite algumas conclusões:

- é preciso apoiar todos os mecanismos que possam ampliar a oferta de serviços de governo eletrônico. Estas ações podem ser feitas em todas as direções – capacitando e incentivando empresas privadas a criarem inovações para atender este mercado, formando administradores público, modernizando as empresas públicas de tecnologia, premiando e reconhecendo as melhores práticas…

- é preciso incrementar as formas de acesso aos serviços de e-gov, seja credenciando e remunerando lanhouses para que possam atuar como “evangelizadores”, seja ampliando telecentros e acesso à internet em todas as repartições, seja abrindo sinal wi-fi para acesso público …

- ainda é possível fortalecer o ecossistema acerca deste tipo de serviço estimulando a infra-estrutura (redes, provedores, acesso a banda larga em alta escala), o conhecimento (cursos, MBAs, seminários), e o acesso ao crédito (financiamento ou mesmo subvenção a aplicações e serviços que evitem deslocamento de pessoas – menos poluição, menos trânsito – , reduzam o uso do papel, agilizem processos e evitem perdas/extravios).

Acredito que e-gov é cidadania, é facilitar a interação da população nos destinos de suas vidas.

Sugiro aos interessados a fazer download da íntegra da pesquisa gratuitamente em http://www.cetic.br/tic/egov/2010/index.htm e ter os seus insigths de como acelerar o uso e a disseminação do e-gov no Brasil.

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A Internet no Brasil em 2010

dezembro 13, 2010 at 2:29 pm (business)

 

A Internet no Brasil em 2010

A Internet no Brasil em 2010

Fonte – ojornalista.com

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Não vem que não tem. #SerraMilCaras tenta demagogia sobre segmento #lanhouses

outubro 16, 2010 at 1:07 pm (imprensa marrom, mobilização, transparência) (, , , , , )

Recebi ontem a informação de que a equipe de #SerraMilCaras tenta fazer nos próximos dias, uma reunião entre o candidato tucano e a liderança das #lanhouses. O encontro parece que vai ser bem à moda imprensa golpista: “não precisa ser muita gente, nem as principais lideranças, o importante é gravar imagens imagens para o programa de TV”. Ou seja, é jogo de cena, já que a história de Serra mostra seu compromisso com o monpólio, o privilégio e a exclusão. Vejam porque:
- O brasileiro paga caro por uma Internet que é escassa e de baixa qualidade. O serviço de telefonia, incluindo Internet móvel 3G, é caro, precário e limitado aos grandes centros. Devemos esse ônus ao Governo FHC que, para atender os interesses de Daniel Dantas, nos gabinetes do falecido Sérgio Motta, criou este marco regulatório que privilegia as teles e condena o consumidor. Vale lembrar aqui que Sérgio Motta atuava nas negociadas de Brasília desde o governo João Batista Figueiredo, tendo sido demitido quando foi descoberto o esquema de desvio de verbas da extinta Coalbra – http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rgio_Mota
- Os altos custos de acesso à banda larga pela população é um dos motivos que justifica o fenômeno das lanhouses, que, no Governo FHC, foi enquadrado no CNAE – Código Nacional de Atividade Econômica – como “casa de jogos”, estando sujeitas à fiscalização da polícia e necessitando de alvarás específicos para que pudesse atender adultos e crianças;
- Também foi #SerraMilCaras quem junto com Alckmin, criou a mais perversa lei estadual de controle ‘as #lanhouses em vigor ATÉ HOJE o Estado de São Paulo. Uma  lei atrasada que impede o acesso de jovens com menos de 16 anos (desde que com autorização dos pais). A íntegra da lei está aqui para quem quiser ver – http://www.legislacao.sp.gov.br/dg280202.nsf/ae9f9e0701e533aa032572e6006cf5fd/a09582edf8731132032570f400589b24?OpenDocument
Foi o Governo Serra e Alckmin que em SP botou a políticia na rua – mas não para prender bandido – mas para recolher equipamentos e fechar lanhouses como mostra a própria reportagem do G1 – http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL255532-5605,00-POLICIA+APREENDE+COMPUTADORES+EM+LAN+HOUSES+DE+SP.html
- E também foi o PSDB de Serra que, através do Deputado Azeredo, criou o projeto de lei que tentava acabar com a liberdade da Internet brasileira, tentado controlar a rede e impedir o livre acesso dos cidadãos a qualquer tipo de conteúdo – http://www.adrenaline.com.br/tecnologia/colunistas/31/lei-azeredo-controle-em-excesso-na-internet-brasileira.html

Mas vocês podem estar pensando, mas o governo Lula teve 8 anos, o que fez nestes oito anos? Muita coisa:
- Foi criada a pedido do próprio presidente da República uma comissão especial no Palácio do Planalto para tratar da discriminalização das lan houses. Participam deste grupo, BNDES, Caixa, vários Ministérios incluindo o Sebrae. Entre as conquistas deste trabalho, está a criação de novos quatro códigos CNAE – já em vigor – que permitem que a lanhouse escolha sua vocação e que possa ser um centro de acesso ‘a internet (1), ou um uma lanhouse predominante de educação (2), ou de serviços comunitários (3) ou ainda de jogos (4). http://abcid.forumotion.com/noticias-novidades-f16/ibge-reclassifica-atividade-das-lan-houses-t885.htm
- O BNDES já inclui através do Cartão BNDES o acesso financiamento para compras de equipamentos e modernização desses estabelecimentos – http://cdilan.blogspot.com/2010/05/bndes-vai-oferecer-credito-lan-house.html
- O modelo de negócio lanhouse foi incluído dentro da lei do Empreendedor Individual, permitindo que este estabelecimento saísse da informalidade, promovendo a cidadadia e a dignidade do empresário que não precisa mais ficar ‘a margem da formalidade;
- O Sebrae, juntamente com várias empresas e instituições, desenvolveu a rede Raio Brasil, Rede de Apoio, Informação e Orientação que visa aproximar, fortalecer e estabelecer um diálologo horizontal com este segmento. http://raiobrasil.ning.com/ Através deste projeto, várias lanhouses já saíram da informalidade e hoje são parceiras de várias empresas e instituições, dentre delas o próprio Sebrae.
- Recentemente o governo lançou o Plano Nacional de Banda Larga, PNBL, cujas primeiras 100 cidades serão atendidas ainda este ano e que visa acabar com a mordaça imposta por FHC, Dantas e Serjão de termos que pagar caro por uma internet de baixa qualidade http://culturadigital.br/pnbl/ Está previsto no PNBL que as lanhouses que se sentirem capacitadas, poderão oferecer a “última milha” ao consumidor, podendo assim crescer e desenvolver seu negócio;
- Também o deputado Paulo Teixeira, presidente da Comissão Especial que trata de LanHouses no Congresso Nacional, já colocou para debate um projeto de lei que regulamenta e reconhece o papel decisivo das lanhouses como centro de inclusão digital. Hoje esta lei está em debate aberto (inclusive o candidato #SerraMilCaras pode ir lá e dar sua contribuição) – http://www.abcid.org.br/portal-e-democracia-sua-opiniao-vai-contribuir-com-comissao-especial-de-lan-houses
Enfim, por tudo isso é que eu digo para o candidato tucano e sua equipe: não vem que não tem. Não queiram fazer demagogia em cima de um segmento tão sofrido e discriminado (pelo próprio PSDB) como as lanhouses. Sugiro que a elite tucana faça mais reuniões com seus bispos e pastores caretas e com a imprensa decadente e golpista paulistana – e deixem que os donos de lanhouses continuem na sua luta – pois no governo Dilma, vamos avançar ainda mais, fazer o que ainda não foi feito (através do diálogo constante que este governo tem com o segmento) e valorizar o papel social e de desenvolvimento local e inclusão digital que as lanhouses vêm prestando.
#SerraMilCaras, aumenta o som pois “Não vem que não tem…”…

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Empreender é criar o que não existe – Ensina Érico Veríssimo

agosto 2, 2010 at 4:15 pm (business, Idéias soltas, livros)


Érico Veríssimo

Upload feito originalmente por Laísa Roberta Trojaike

Érico Veríssimo, em Solo de Clarineta, onde conta suas memórias, descreve sua decisão de tornar-se escritor. Ele tinha 25 anos, já tinha sido apontador de contas, bancário, vendedor, faz-tudo, e sem profissão definida, não via mais perspectivas para ficar em Cruz Alta, sua terra natal. Estava indeciso quanto a seu futuro, mas sabia que algo precisava ser feito.
“Dezembro chegou. Floresceram de novo os jasmins-do-cabo, e um dia resolvi mudar de vida. Tomei a decisão certa manhã, à hora que me barbeava dentro de pequeno espelho partido.
- Resolvi ir a Porto Alegre – disse eu à minha mãe.
- Fazer o quê? – perguntou-me ela, cessando de pedalar por um momento a máquina de costura sobre a qual estava curvada.
- Vou tentar ganhar a vida como escritor – murmurei, apenas semiconvencido de que isso fosse mesmo possível.
D. Bega lançou-me um olhar de alarmada surpresa.
- Escritor? – repetiu.
- Bom… sei que essa profissão ainda não existe no Brasil. Mas que diabo! Não custa tentar. Não tenho a menor vocação para o comércio. Posso arranjar emprego num jornal, traduzir livros, colaborar em revistas…”
Este trecho me parece memorável como exemplo de como uma simples decisão empreendedora pode mudar toda uma vida. Vejam quem foi Érico Veríssimo, um dos maiores escritores do século XX, traduzido em várias línguas e vencedor dos principais prêmios de literatura. Sua obra hoje foi adaptada para a televisão e o cinema. E a decisão singela e temerosa daquele calorento verão de 1930 foi um passo crucial para que seu talento alcançasse a dimensão que alcançou.
Não deixe para amanhã, comece hoje mesmo a fazer aquilo que precisa ser feito.

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Game Social como estratégia para concentração de esforços do Projeto Raio Brasil

junho 25, 2010 at 1:49 pm (business) (, , , , )

Ontem tive a oportunidade de compartilhar com uma pequena porém valorosa “platéia” a experiência que temos tido dentro do Projeto Raio Sebrae.
Neste trabalho, estamos num “triunvirato”  para atender ao Sebrae – eu como gerente de projeto e ponto focal com a unidade de atendimento do Sebrae Nacional, o CDI como entidade contratada para a execução do trabalho e o Instituto Peabirus como responsável pela estratégia de mobilização e articulação na rede. Em março iniciamos com quatro frentes de trabalho e já em maio estávamos com já sete frentes, o que estava tornando o projeto muito disperso.
Foi aí que nosso maestro e nertweaver Cacau Guarnieri e a equipe do Peabirus apresentaram a idéia de um Social Game como estratégia de concentrar os esforços de mobilização neste jogo colaborativo – e os temas das frentes de trabalho estaria distribuídos entre as tarefas do jogo e compartilharíamos o acompanhamento às lan houses  com “padrinhos” (ou madrinhas)  que pudessem ajudar e incentivar as lan houses a se tornar ponto de atendimento Sebrae.
Hoje, uma semana após o lançamento do Jogo – Desafio Lan-Sebrae-, temos 150 lans participando do game, 28 padrinhos cadastrados e o número de cadastrados no Raio Brasil chegou a 617 neste momento.
Nossa avaliação preliminar é que  o game vem cumprindo com sucesso seu objetivo de gerar foco sobre nossos esforços, assim como passamos agora a planejar como aproveitar toda essa mobilização para incentivar que as lan houses passem a, efetivamente, se tornar num ponto de acesso a serviços e produtos do Sebrae – levando capacitação e empreendedorismo aos rincões do Brasil – locais onde as lan houses chegaram e cumprem o importante papel de inclusão digital.
Conheçam um pouco do status e da trajetória deste projeto – e do Desafio Lan-Sebrae -  na apresentação abaixo.  E, se for o caso, por favor participem e divulguem este Desafio. O empreendedorismo brasileiro agradece.
O Social Game Desafio Lan Sebrae dentro do Projeto Raio Brasil
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Como potencializar o uso do Foursquare

junho 10, 2010 at 8:35 am (business)

Há dois dias, em NYC, o evento “CM Summit: Marketing in Real Time” reuniu os principais players da “nova propaganda social”. Além de vários casos de sucesso, vários players apresentaram como vêem suas ferramentas a serviço do marketing. Destaco esta apresentação de Dennis Crowler, do Foursquare mostrando como a ferramenta pode ajudar a conquistar e fidelizar clientes, assim como ser um importante apoio em campanhas de promoção.

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Motorola Milestone & Android – primeiras impressões.

junho 8, 2010 at 10:15 pm (Idéias soltas)


Motorola Milestone

Upload feito originalmente por F. Montino

Sim. Aconteceu sem eu perceber. Andando nas ruas do centro de Buenos Aires um “hermano muy safo” abriu minha mochila e levou meu querido iPhone 3GS (devidamente embalado na minha charmossíssima capa do Ronaldo Fraga) e minha carteira… A deliciosa viagem ficou amarga e, de volta,  tive que resolver meu futuro – como viver sem um iPhone?
Na TIM, a tentativa de comprar outro foi indigesta. Além do péssimo atendimento característico, o valor solicitado pela “multa” da fidelização mais  o novo aparelho ultrapassava os 2 mil reais – sabendo que essa semana seria o lançamento do 4G.  E qualquer dia chega meu iPad… Com isso, mais portabilidade,  mais aparelho “grátis”  caí na Oi e, nela, um Motorola Milestone com Android.
A possibilidade de resolver o assunto na hora e a pesquisa que fiz na Internet direto da loja (usando o aparelho)  me tranquilizaram de que eu conseguiria os mesmos serviços que o iPhone me oferecia  - mas desde já vi que não teria o mesmo charme.
Sem dúvida é um hardware poderoso e o sistema operacional inovador, mas sinto falta de usabilidade e de amigos que possam me dar dicas… Tenho dúvidas meio básicas para as quais não acho resposta no Google… Só acho fóruns de Neds querendo mudar kernel e a atualizar firmware (tudo que não quero!). Não conheço ninguém que tem um telefone igual ao meu agora, enquanto no iPhone, era eu que mostrava como o mundo se abria ao clique da ponta dos dedos…
Enfim, essas são as primeiras impressões. Dicas são bem vindas. Qualquer fato muito nos,  informarei da evolução das coisas.

E vou sobreviver sem meu 3GS…

ps1 – link oficial para a página do milestone no site da motorola – http://www.motorola.com/Consumers/BR-PT/Consumer-Product-Services/Mobile-Phones/ci.Motorola-MILESTONE-BR-PT.vertical

ps2 – eu não merecia esta reportagem do pessoal da Info,  reparem no título http://info.abril.com.br/reviews/hardware/smartphones/motorola-milestone-um-android-de-tiozao.shtml

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Futuro da interface

maio 17, 2010 at 9:31 pm (business) (, , , )

Pesquisadores da Pacific Northwest National Laboratory (PNNL) estão desenvolvendo um processo chamado “Precision Information Environments” no sentido de aprimorar o fluxo de informações em caso de desastres ambientais de grande complexidade.  Vejam que bacana este vídeo que mostra “uma visão” de como esse fluxo poderia funcionar dentro de uma interface de trabalho realmente inovadora e interativa.  Saiba mais sobre o projeto em http://precisioninformation.org/

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